Texto colaborativo e de ficção por:
Juliani Flyssak, Luana Almeida, Polliana Bianchini, Sandro Cesar, Suzelly Ribaski .
Estava eu perambulando pelo shopping quando decobri que lá havia uma pista de boliche. Já que estava na companhia de meus amigos decidimos adentrar a pista e pôr em prática toda as nossas habilidades no boliche. E lá ficamos por três divertidas horas. Nesse meio tempo, além de brincar, notamos como as pessoas se comportavam desde a suas vestes até a maneira como lançavam a bola na pista.
Quantas pessoas engraçadas lá estavam. Acho que é porque diversas pessoas das mais variadas personalidades gostam de boliche e definitivamente elas não seguem o mesmo padrão.Entre uma tentaviva de strike e outra pude observar uma senhora que mal conseguia lançar a bola, além de estar visívelmente sofrendo com o peso da bola era notório o seu desconforto dentro daquelas roupas tão apertadas.Sei que ela desistiu de suas desajeitadas tentativas de jogar o tal boliche, talvez por medo que suas vestimentas viessem a ''estourar'' se ela continuasse se curvando.
Continuei a jogar enquanto observava as pessoas a minha volta , na verdade mais observava do que jogava. Algumas pessoas estavam lá apenas por estar, não interessadas em jogar , assim como eu. Com o apelo dos meus companheiros voltei a me concentar no jogo e com o meu super tênis parti para a glória, quer dizer para o strike e não é que deu certo.Nossa me senti vitoriosa! Iabadabadoooo!!!! Foi meu grito de comemoração tal como nos Flinstones. Todos me olharam, mas nem dei bola, continuei ali com o meu estilão, curtindo adoidado.
Depois de conseguir emplacar vários estrikes eu diria ajudada por uma força sobrenatural, senti meu estômago reclamando. Então encerramos e quando olhei o ranking constatei que estava em segundo lugar nada mau para uma inicante. Famintos partimos em busca de comida, entramos em um Mc'Donalds da vida e nos acabamos em hanburguer e batata frita só coisas que fazem bem à saúde.
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